24.8.12

O Câmbio na fronteira do Peru com o Brasil: um breve relato sobre a nossa experiência


fonte:  http://rischmoller.wordpress.com 
Na fronteira tem vários comerciantes que vendem de tudo e inclusive fazem o câmbio. Quando você chega lá, vários peruanos correm para cima de você, oferecendo soles (ou nuevo sol - a moeda que circula no Peru). A dica que damos é não comprar imediatamente com eles (podemos estar errados, mas a nossa impressão foi que sempre quem ia para cima da gente, não ofereciam os negócios mais vantajosos.

21.8.12

O dia sem fim - ou como chegamos à Cuzco de Rio Branco por transporte alternativo - parte II

Como falamos no post anterior, quando chegamos à fronteira do Brasil conseguimos pegar logo uma van com um Peruano que estava lá. Ele nos cobrou 35 soles por pessoa para fazer o transporte Iñapari - Puerto Maldonado. Acertamos e fomos com ele. Passamos pela imigração do Peru, onde também foi bastante tranquilo e lá mesmo fizemos o câmbio.

O que descobrimos depois de entrar na van, é que ele só partiria quando tivesse a lotação. Então ele ficou rodando pela cidade até que parou na frente de uma delegacia e começou a gritar "Puerto, Puerto, Puerto". Em seguida entrou na Van um preso algemado, junto com um policial e sentaram do nosso lado. Foi bizarro e assustador ao mesmo tempo. Ficamos sem reação. Não acreditávamos no que estava acontecendo. Ficamos uns 15 minutos lá parados esperando, porque ainda ia entrar outro policial. O clima estava tenso e até pensamos em ir em outra van, que estava parada atrás da que estávamos (será que na frente da delegacia é o melhor ponto para pegar passageiros?).

13.8.12

O dia sem fim - ou como chegamos à Cuzco de Rio Branco por transporte alternativo - parte I

 Fonte: globo.com

Nossa jornada começou as oito e meia da manhã. Era para ter começado as sete e trinta, mas o motorista que contactamos - DEMÉCIO - Grave bem este nome e se pretendes ir ao Peru por Rio Branco, fuja desta pessoa! - para nos levar à Assis, chegou com quase uma hora de atraso. Sinal da pouca credibilidade dele? Não necessariamente. No momento consideramos algo normal, já que qualquer pessoa é passível de imprevistos.

Saímos de Rio Branco rumo à Assis, última cidade brasileira, fronteira com Iñapari, primeira cidade Peruana. Depois de aproximadamente 3 horas de viagem, chegamos á Brasiléia. Não entendemos porque o motorista não seguiu direto,

11.8.12

Rio Branco: cidade de partida do mochilão


Aeroporto Palácio de Castro


Rio Branco, a cidade de partida do mochilão fica assim meio escondida, quase esquecida neste Brasil, mas se revelou um lugar agradável. Nada dos arranha-céus das grandes cidades ou trânsito enlouquecedor, coisas que confesso que não sentimos a mínima falta.
Vimos uma cidade arborizada e bem iluminada, com policiamento nas ruas e motoristas que respeitam os pedestres (pelo menos na parte onde andamos).

8.8.12

Mochilão no Peru em julho: que roupas levar?

Esta foi uma das partes mais trabalhosas do planejamento do nosso mochilão. Tudo porque os paraenses aqui que convivem diariamente com uma temperatura média de 30º não sabiam o que iam encontrar. No início do ano viajamos para o Chile e Argentina, em pleno verão achamos que íamos pegar sombra e água fresca  e passamos o maior frio (ok, fomos despreparados para a Patagônia, mas só era a entrada dela, Bial...), então não queríamos correr este risco novamente. Sendo assim, buscamos informações mais precisas sobre a temperatura do Peru no mês de julho aqui e ficamos acompanhando.

5.8.12

Mochilão Peru Via Acre: como tudo começou.


A ideia de fazer o Mochilão já existia há algum tempo, porém pesquisamos e vimos que, no momento, era inviável ir de avião à Cuzco ou mesmo à Lima, ainda mais no mês de julho - único período possível para a gente e infelizmente alta temporada no Peru e em boa parte do mundo. O sonho estava paticamente adiado até que uma amiga, a Tatiana Freitas, deu a ideia de chegar à Cuzco pelo Acre. 
Neste momento meus olhos se encheram de esperança e fomos pesquisar. Promoção da TAM para Rio Branco. E o sonho distante voltou a ficar mais perto de virar realidade.

1.8.12

Blogagem coletiva: Cores de Viagem


A proposta foi a seguinte: postar fotos baseadas nas cores de viagens. A Cláudia, do Blog aprendizdeviajante propôs e como sou apaixonada por fotografia, resolvi enfrentar o desafio (e falo enfrentar, porque foi difícil mesmo selecionar apenas uma foto de cada). Ainda sou uma fotógrafa bem amadora, mas as fotos que temos são uns dos nossos maiores bens. Como a Cláudia mesmo falou, muitas das vezes, as fotografias são os únicos souvenir que trazemos de lembranças das viagens... E como isso é verdade!

Amarelo:  Arequipa - a cidade Branca vai muito além das construções em Silar (poderia fazer este post só com as cores de Arequipa). No dia que fizemos o City tour pela cidade, a guia nos levou para conhecer algumas coisas da culinária local e uma delas foi a Papaia Arequipenha. Ela disse que não se pode comer diretamente, mas que o suco é muito popular na região. Provamos o tal suco e sobre o sabor, ambos chegamos a mesma conclusão: tem gosto de suco de mamão com laranja (opinião nossa, certo?)





Verde: não consigo pensar em outra foto com a cor ver se não esta: Machu Picchu. A realização de um sonho. E o sabor que esta imagem tem...